15.3.17

Paulo Malaria, compositor, tecladista e produtor da banda de rock Acidente escreveu: "Com meus colegas de banda fazendo seus álbuns solo, pensei em como poderia ser o meu, mas não tive nenhuma ideia interessante. Optei pelo simples: uma seleção autoral de faixas já gravadas pelo Acidente, que nem sempre são as composições que prefiro, mas algumas são, escolhidas pelo critério sugerido pelo nome. Aceito sugestões.
Paulo Malária"
https://www.youtube.com/playlist?list=PLANhTQH7GQ5QyNlu6amnYxL_nf8lrbn72

26.2.17

Mole (curta e grossa) foi gravada pelo Pega Varetas em 2003

Na hora do almoço, o ACIDENTE recriou o seu alter ego Pega Varetas, que já tinha dado as caras antes sem grandes resultados. O espírito da coisa é "rock and roll e similares", o que significa uma atitude do "VELHO AÇA" tocada com os recursos do "NOVO AÇA".

Track #16 - Mole (Curta e Grossa) - 1'25    PenisTrack
Fragoroso Borborigma 71892836    20-11-1975 - Mix 1994
Guto Rolim - bass, chorus
Raul Branco - chorus
Mario - drums
Mala - voice, keyboards

9.4.16

O "Ninguém Pediu" de 2014 é um mergulho demorado nos anos 70

O ACIDENTE estava longe no tempo e no espaço, perdido num mundo de sonhos, quando o jornalista Arthur Dapieve publicou em 5-8-2011 uma crônica de meia página intitulada "Antes da explosão" no jornal de maior circulação do Rio, o último espaço onde as grandes gravadoras, editoras e empresários quereriam ver qualquer menção a uma desconhecida banda independente do passado remoto, que sumira sem deixar lembranças. 
Acidente 2014? Zunga Ezzaet, Scubi Jenné e Paulo Malária
Acidente 2014: Zunga Ezzaet, Scubi Jenné e Paulo Malária
 O consagrado colunista dedicou seu lidíssimo espaço semanal para comentar o nosso humilde album "Rock". Era o relançamento em CD dos 3 vinis que o ACIDENTE havia gravado na década de 80 e, embora nada mais tenha acontecido com o disco (você o ouviu uma única vez que fosse no rádio?), as poderosas palavras do Dapieve bastaram para nos indicar o caminho: continuar. Meter o pé de novo na estrada, aliás, no estúdio. Seguiram-se 2 álbuns de repertório inédito muito diferentes em estilo e proposta: "Ainda" (2012), com um pezinho no hard e outro no progressivo, e agora este "Ninguém Pediu", que envereda por outras praias e certas vezes (nem sempre) faz lembrar exatamente o clima e os tempos do "Rock". Muitos músicos que participaram dos discos anteriores do Aça não estão presentes (quem sabe um dia?), mas o trio remanescente representa com absoluta propriedade todas as tão distintas fases anteriores do ACIDENTE desde sua fundação em 1978, com participações especiais igualmente dignas de crédito.

Por isso, grande Dapi, mais uma vez nos desculpe por ter faltado o agradecimento no encarte do "AInda", mas há males que vêm pra bem, porque é aqui no "NInguém Pediu" que você e todos os que o escutarem encontrarão mais daquilo que o ACIDENTE poderia ter gravado naquele campo minado do "BRock" e até antes disso, já que em boa parte do novo álbum demos um mergulho demorado nos anos 70 para refrescar nossos espíritos cansados dessa longa batalha que nunca termina.

14.3.16

Convite

Cartaz de show no Teatro Lemos Cunha em 1981
É com imensa satisfação que convido meus amigos a conhecerem o site da banda de rock independente Acidente (www.acidente.ac) que está com novas seções, como a página "Memorabilia", com tranqueiras do passado (como o manuscrito original da música "O Vaqueiro e a Debutante" e o cartaz do show no Teatro Lemos Cunha, entre outros, Além disso, é possível ver, ouvir e baixar todos as músicas de graça! O site está com o tapete vermelho estendido aguardando a sua presença virtual.

18.6.15

O site MegaLyrics tem 71 letras do Acidente e você pode incluir mais!

Acidente é Zunga Ezzaet, Paulo Malária e Helio Jenné

Caso você queira conhecer alguma letra do Acidente, acesse o site MegaLyrics, que reúne 71 letras, das centenas que a banda independente carioca já gravou. Se você sentir falta de alguma, pode incluir no site!

8.6.15

Paulo Malária conta como compôs ''Por quem os sinos dobram''


Em e-mail para o amigo Leandro França da Ondas Fm, Paulo Malária explica como compôs a canção ''Por quem os sinos dobram'', publicada no CD Ninguém Pediu, de 2014.


Grande Leandro, muito obrigado pela atenção, em meu nome e dos colegas de banda.

A história de "Por quem os sinos dobram" tem duas etapas. Em 1980, aos 24 anos, caminhando em direção ao curso de inglês que eu fazia, me vieram à mente os riffs, a primeira parte e o refrão ("Nào é verdade/ Que eu nunca tenha estado aqui/ Conheço este lugar/ Da outra vez que vivi/ Agora eu sei por quem os sinos dobram/ Agora eu sei que eles dobram por mim").

Porém a música, semelhante a outras que compus naquele ano e nunca foram gravadas ("Nada" é presença certa num eventual próximo disco), ficou incompleta. Muito tempo depois, a vida me proporcionou um emprego com um salário bem razoável e decidi gastar parte dele para conhecer o mundo e encontrar o lugar onde eu deveria ter nascido e teria sido feliz. Fiz algumas viagens, desfiz alguns mitos e cheguei à conclusão de que bom mesmo é Australia e Nova Zelândia, onde estive em 2008. Sem nenhum demérito a outros lugares que antes habitavam meu imaginário. É disso que fala a música, especialmente a segunda parte (a primeira parte, das 7 vidas e dos 7 séculos, é um jogo de palavras poderosas e simbólicas preparando para o que virá depois).

"Primeiro eu fui onde contavam maravilhas/ E muito vi, porém não tanta magia", quem me conhece sabe que obviamente se refere aos Estados Unidos, assim como "Depois voei mais longe até a verde ilha/ E me encantei, mas ainda não bastaria" se refere à Inglaterra. Daí segue: "Cheguei a meditar sobre o que John dizia (Lennon foi assassinado no final de 1980, ano em que comecei a compor a música)/ Que só em mim mesmo eu me encontraria/ Mas persisti rodeando o mundo até que um dia/ Na mais distante terra achei o que queria".

Com os recursos do Google pude descobrir que desde os anos 70 já existia uma "Por quem os sinos dobram" gravada pelo Raul Seixas. Tive o cuidado de escutá-la no Youtube e ela não tem nada a ver com a minha, exceto o título. Ora, se for por isso, os Bee Gees e outras bandas também gravaram músicas chamadas "To whom the bells toll" e a inspiração original comum a todas, como sabemos, é o livro de Ernest Hemingway. Daí me senti à vontade para manter o nome da música sem achar que pudesse estar copiando alguém.

É uma música viajante, no sentido geográfico mesmo. Descreve a procura por um lugar e seu encontro. Começou a ser feita a caminho de um curso de inglês que eu já cursava no intuito de percorrer o mundo, e foi terminada 3 décadas depois, falando deste assunto que para mim é tão importante.

4.6.15

Acidente tem 40 músicas e letras no site Kboing

Quando você passar pelo site kboing aproveite para acessar http://letras.kboing.com.br/acidente/ e ouça as 40 músicas e letras que tem lá!
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